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samuel úria

samuel úria no terceiro dia do festival bons sons, em cem soldos, tomar. agosto'17.

samuel úria

samuel úria no concerto instantâneo, sem pré-aviso, numa janela de cem soldos.
terceiro dia do festival bons sons, em cem soldos, tomar. agosto'17.

samuel úria

samuel úria na terceira edição do sons da cidade.
pátio da inquisição, coimbra. junho'16.

samuel úria

samuel úria no festival rádio faneca.
aquário dos bacalhaus, museu marítimo de ílhavo. maio'15.

noites ritual rock - jardins do palácio de cristal, porto - 27.08.2010

Em 1992, ocorreu a primeira edição do festival Noites Ritual. Desde aí, no Porto, todos os anos se cumpre o ritual de fecho da época estival de festivais de rock, com vários nomes sonantes da música portuguesa. Essa é a única condição: o consumo é totalmente dedicado à produção nacional. Cumprindo essa tradição, no último fim-de-semana de Agosto ocorreu a 19.ª edição das Noites Ritual. Desta vez, a primeira noite foi preenchida por projectos cantados na nossa língua e a segunda, dedicada a artistas que cantam noutras línguas, mas ainda assim fazem parte da música portuguesa.

Primeira noite, com: Salto, Os Tornados, Samuel Úria, Diabo na Cruz, Anaquim e OqueStrada.


SALTO

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Às 21h30 no Palco Ritual: Salto.
A banda da Maia é constituída por Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro. Com duas guitarras, duas vozes, duas cadeiras e muitos anos pela frente para mais misturar e dar.
Como a Amor Fúria, a editora dos rapazes, diz: "SALTO é o segredo mais bem guardado da Companhia. Dois rapazes do Porto e dança. Reparem que ao dizer dança, estou mesmo a dizer dança, não há cá figuras de estilo para a conveniência das intenções. Só mais uma coisa, pode parecer foleira a expressão, mas SALTO é mesmo para saltar. E mais não se diz sobre o assunto".

setlist:
- Sem 100
- Por Ti Demais
- Falhei
- Talvez Tão Forte Como Tu
- To The Basement
- O Tempo que Mudou
- Deixar Cair



OS TORNADOS

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Às 22h05 no Palco 1: Os Tornados.
Com os Tornados - Hélder Coelho, Manuel Oliveira, Marco Oliveira, Miguel Lourenço, Nuno Silva e Tiago Gil - o ié-ié está de volta à cidade.
"Recuperam a tradição do verdadeiro rock português, com reminiscências da fúria rebelde e adolescente. Tudo aquilo soa extremamente actual, com um pouco mais de distorção, um theremin que dá um toque cinemático à coisa e a linguagem mais desavergonhada", referiu Pedro Soares da Rua de Baixo.
"Sem que se considerem revivalistas, o fascínio d'Os Tornados pela mais estimulante década do século XX é profundo e, por isso, não deixam nada ao acaso. Desde os instrumentos e do material que usam ao figurino com que se apresentam tudo é feito de forma a reviver com uma fidelidade extrema os dias que invadem o seu imaginário", como li no myspace.
Terminamos com palavras da Imagem do Som: "Muitíssimo eficazes em palco, fazem aquilo parecer uma brincadeira e o publico está com eles. Tornados como estes, muitos!".

setlist:
- Dança Aí
- Tempo de Verão
- Ai Menina!
- Veludo Azul
- Ela Fugiu
- Coimbra
- Sai da Minha Beira
- À Beira-Mar
- Valsa da Despedida
- Onde Estás Tu
- Catraia
- Carmo & Bruno
- Twist do Contrabando
- Taras & Manias



SAMUEL ÚRIA

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Às 22h55 no Palco Ritual: Samuel Úria.
Nasceu em Tondela, vive na capital. Ao vivo, faz-se acompanhar por Filipe Sousa, Jónatas Pires, Miguel Sousa, Miriam Macaia e Tiago Ramos.
Jacinto Lucas Pires escreve e bem. Citando: "Nada de mal-entendidos. Este artista é de sínteses, não é sintético. Isto é música muito humana, de carne e osso, verdadeira e impura, cordas, respirações, arranhões, falsetes. Um cantautor a sério a brincar com o seu tesouro. Este “Nem Lhe Tocava” (que título do caraças, meu) é objecto perigoso, perigosíssimo. Num disco destes, é demasiado difícil escolher só uma canção, só duas, só três. À volta de “Nem lhe tocava” devia haver uma fita vermelha com o aviso: aqui há mesmo 12 canções. Em verdade vos digo, Samuel Úria é tão bom que devia ser proibido! Ele compõe, escreve, toca, canta, teatra, arranja, dispara mais rápido que qualquer sombra, faz tanto e tudo bem. Mais que bem, brilhantemente, incrivelmente, genialmente, despretensiosamente. Mas, pois, não me puxem pelo advérbio".

setlist:
- Não Arrastes o Meu Caixão
- Roque Desastre
- Something
- Água de Colónia da Babilónia
- Rua da Fonte Nova 171
- Segreguei-te ao Ouvido
- O Diabo
- Teimoso
- Barbarella e Barba Rala
- Império

(Samuel Úria - myspace)


DIABO NA CRUZ

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Às 23h30 no Palco 1: Diabo na Cruz.
Com os Diabo na Cruz - Jorge Cruz, B Fachada, Bernardo Barata, João Gil e João Pinheiro - a festa é garantida. A banda lisboeta trás consigo "Virou!" que agrada a muitos, é "um vício, um grito de libertação!", como a Trompa já referiu.
Até porque, como Pedro Arnaut disse e bem: "«Virou!» não engana. E os Diabo na Cruz também não. O álbum só confirma a banda de Jorge Cruz como o projecto português mais estimulante do momento. Faz falta a este pequeno Portugal novos projectos assim, que tentem desbravar novos caminhos".
Só nos resta acrescentar e concordar com Cláudio Vieira Alves, quando diz que: "Um festim destes não deve, nem pode, acabar".

setlist:
- Eito Fora/Macaco de Imitação
- Tão Lindo
- Os Loucos Estão Certos
- Combate com Batida
- Lenga Lenga
- Casamento
- Bico de Um Prego
- Bom Tempo
- Dona Ligeirinha
- Corridinho de Verão
- Fecha a Loja



ANAQUIM

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À 00h35 no Palco Ritual: Anaquim.
De Coimbra, José Rebola com João Santiago, Pedro Ferreira, Filipe Ferreira e Luís Duarte trazem o duende Anaquim ao Ritual.
Por JP Simões: "José Rebola, o compositor e letrista deste “As Vidas dos Outros”, desmultiplica-se deveras em mil personagens de um bairro imaginário e familiar onde se passa de criança para adulto depressa demais, tentando teimosamente guardar as histórias, os cenários e as personagens que parecem desaparecer juntamente com todas as nossas ternas e frágeis fantasias de infância. É na primeira pessoa que Rebola canta as vidas dos outros, vidas onde falta sempre qualquer coisa, como em todas, e entre a decepção e o desamor a tónica dominante é a que tem acompanhado desde sempre trovadores e rock’n’rollers. Musicalmente, o clima é de festa, de celebração, entre New Orleans, os Balcãs e a Feira Popular, com rigor instrumental e imaginação, energia e empenho. Acompanhado de excelentes instrumentistas e de uma atitude lúdica e divertida, pois, como disse José Rebola, a música deve ser também entretenimento e folia, sugerindo que a melhor forma de enfrentar os nossos medos e monstros é fazendo-os dançar".

setlist:
- Lídia
- Lusíadas
- Na Minha Rua
- Chama-me Vida
- As Vidas dos Outros
- O Meu Coração
- Tom Sawyer
- Metamorfose
- Pobre Velho Louco
- Balalaikas

(Anaquim - myspace)


OQUESTRADA

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À 01h15 no Palco 1: OqueStrada.
Banda da Margem Sul com Miranda, Pablo, Lima, Zeto, Marina e um convidado especial.
Citando Rui Dinis, aTrompa: "Em OqueStrada tudo é imprevisto. O caminho é feito de uma fusão musical sem limites, sem barreiras e sem horizontes castradores de uma originalidade impagável. O espectáculo está lá, o teatro está lá, está lá toda uma expressão e capacidade dramática que a música desta estrada sempre em festa evoca. As rotas são diversas, as emoções são diferenciadas, a paixão suscitada é algo anormal tal a expressividade dramática, tal a imagem cultural universal tingida pela música dos OqueStrada. O prazer infinito da reinvenção, em vadiagem, sem GPS, no carrossel dos dias, das festas e romarias - podia ser assim, no campo ou na cidade. Pela estrada fora".

setlist:
- Segundo Andamento
- Se Esta Rua Fosse
- Vá Lá
- Transit
- Fado Skazito
- Oxalá Te Veja
- Killing Me Song
- Tourné En Rond
- Duelo
- Break
- Creo
- Agarrem-me
- Faísxca
- Eu e o Meu País
- Kekfoi
encore:
- Acustic Beat
- 7 Colinas
- Sesta Rua + 2º Andamento