joão coração - theatro circo, braga - 20.02.2010











No terceiro sábado do mês de Fevereiro, dia 20, foi dia de ir até Braga.
No Theatro Circo, nessa mesma noite o cartaz era o seguinte: João Coração e Samuel Úria, dois nomes da editora FlorCaveira.

João Coração foi o primeiro.
Entrou sozinho, apresentou-se e tocou duas canções: “Istambul ou Budapeste” e “Joana”.
Depois, acompanhado pela sua banda: Bruno Pernadas na guitarra eléctrica, João Pinheiro na bateria, Margarida Campelo nas teclas e Miguel Gelpi no contrabaixo, continuou.
Seguiu com “Dobra”, uma das canções do seu primeiro álbum “Nº 1 – Sessão de Cezimbra”, ainda voltou ao mesmo mais à frente tocando “Agarra em Mim”.
Passou pela faixa "A Tentação" do “2º Lado B – Canções Perdidas”, que se pode descarregar gratuitamente no site do próprio, assim como o “Nº1. Lado B - Sessão de Santa Maria dos Olivais”.
Do tão falado segundo álbum, intitulado “Muda que Muda”, João mostrou “Cadeiras Ocidentais”, “Passo a Passo” e “Canção Para Ficar”.
Para terminar, uma das melhores canções do músico lisboeta, é ela que dá nome ao segundo disco: “Muda que Muda”, para além da banda, contou também com Miguel Sousa, Tiago Ramos, Jónatas Pires e Filipe Sousa d’Os Pontos Negros nos coros.
O público pediu mais e o Coração voltou a palco, acompanhado por Jónatas Pires, Filipe Sousa e Miguel Sousa (coros), para a “Balada dos Uivos”.
Todas as canções apresentadas com banda ganharam uma cor especial. Sabe (muito) bem ver o Coração rodeado de gente boa!

6 comentários:

Anónimo disse...

tão bonito :D , sabes a quem me refiro *
aquela camisa é perf !
beijinho, maria

adriana boiça silva. disse...

bonito, bonito, é também este vídeo: http://vimeo.com/5872267
vale a pena!

Rita disse...

Adorável :)

Rita P.

adriana boiça silva. disse...

mesmo :)

Jorge Mendes aka DV disse...

João não entra no meu coração. Mas talvez tenha um lugarzinho no canal marialva fashion.

adriana boiça silva. disse...

Mas João sabe, sabe fazer música (como já vi por aí) só para alguns!
Mas também tem mesmo que ser assim, não podemos gostar todos, de tudo.